sábado, 27 de novembro de 2010

Mano Menezes também escalou a Kaiser.

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O filme publicitário foi criado pela agência Fischer+Fala. A ação ganha desdobramento em mídia impressa, rádio, material de ponto-de-venda e no espaço digital, a partir da qual devem ocorrer ações (mantidas em sigilo) para atrair os consumidores.

Produzido por: Camila Alzira.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Quem mandou a menina tirar a blusa.

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   Gente muita polêmica em torno deste vídeo. O  Ministério Público Federal instaurou inquérito civil público para investigar irregularidades em anúncio publicitário dos Correios veiculado em emissoras de televisão. No comercial, protagonizado por famoso jogador de futebol de salão (Falcão), no qual uma modelo tira a blusa em frente a várias crianças a pretexto de conseguir um autógrafo do craque.

   Para o procurador da República Fernando de Almeida Martins, a participação das crianças, além de "imprópria e inconveniente", infringe a legislação brasileira, sobretudo o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e até mesmo a Constituição. Ele acrescenta ainda que "a Constituição manda que se observe, na publicidade, o princípio do respeito peculiar da pessoa em processo de desenvolvimento. O CDC considera abusiva toda publicidade que se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança e o ECA contém diversos dispositivos para a proteção dos direitos das crianças e do adolescente, no que diz respeito à sua integridade e valores", observa o procurado.

Que dor de cabeça hein?

Produzido por:Camila Silva.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

As diferentes culturas devem ser de todos os povos.



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Meninas de Sinhá. Outro Olhar.

O palestrante desta vez foi Gil Amancio. Ele é professor de teatro do Palácio das Artes, além de ter uma vasta bagagem musical (já produziu várias pesquisas sobre música).
Ele inicia sua palestra apresentando um vídeo sobre a cultura negra no campo da modernidade. Amancio relata ser apaixonado com a cultura negra contemporânea, sua principal atuação atualmente é como produtor musical. Seu primeiro instrumento musical foi à percussão, depois migrou para o violão, iniciou tocando com músicos de Belo Horizonte, mas sempre teve contato com o teatro.
A primeira peça teatral que participou foi um musical, a parti daí começou a trabalhar com trilhas sonoras, aperfeiçoou suas técnicas, até se tornar produtor musical. Atuou efetivamente na sonoplastia do filme “Uma onda no ar”, além de trabalhos paralelos, tal como, realização da produção musical do grupo Meninas de Sinhá (Grupo de senhoras do Alto Vera Cruz) e do rapper Renegado . (também do alto Vera Cruz).
Tratando da temática “Rap”, Amancio acredita que “todo mundo que é moderno tem que fazer rap, até Caetano Veloso e Roberto Carlos já fizeram”. E enriquece acrescentando que “o importante é saber o que os meninos estão procurando na música do rap? O que se conclui ao discutir as letras das músicas e o que as produções musicais propõem? O que as pessoas vão deixando de lado? Ou o rap é apenas para suprir a demanda de mercado ou tem realmente alguma questão ideológica poeticamente a ser passada?”. Continuando no rap, Amancio deixa claro que existe um “bloqueio” da produção musical mineira, não há abertura para novas culturas, os rappers em sua maioria não misturam outros ritmos e exemplifica ao citar o cantor Marcelo D2 “em busca da batida perfeita” que é o inverso do que estamos acostumados.  Na visão de Amancio a “própria periferia cria uma barreira para experimentar outros espaços”.
Ao ser questionado sobre patrocinadores e apoio governamental na divulgação da arte negra, ele defende com veemência a descriminação racial, que insiste em permanecer em nossa sociedade nos dias de hoje. O palestrante exemplifica citando os festivais que deram início em 1997 em Belo Horizonte, tal como, o FIT (Festival Internacional de Teatro),  FID (Festival Internacional de Dança) e o FAN (Festival da Arte Negra), dentre outros. Dentre todos os festivais lançados pela prefeitura de Belo Horizonte o FAN foi o único que não teve continuidade, voltando a ser patrocinado pela prefeitura oito anos depois. Ainda segundo Amancio atualmente existe uma grande repercussão na mídia e na esfera pública, devido ao livro de Monteiro Lobato (uma parte que narizinho chama a Dona Benta de nariz de macaca), em contra partida o filme que conta a história da rádio favela “Uma onda no ar” houve dificuldades de conseguir patrocinadores.
Amancio finaliza dizendo que um dia participou de uma palestra sobre a cultura negra e que em determinado momento o palestrante disse: “Dizem que meu cabelo é ruim, mas o que ele fez? Matou? Roubou?”. A questão mercadológica rompe/afasta as culturas. Em uma visita a uma escola da Alemanha, ele pode constatar que a juventude alemã se sentem envergonhados de seus antepassados (Nazistas x Judeus), enquanto que no Brasil os africanos e seus afro-descendentes nem ao menos são lembrados de que ajudaram a erguer esta nação. Para Amâncio a educação é a base.
Para maiores informações acesse: www.gilamancio.blogspot.com

Camila Alzira e Joana D'Arc.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Entrevista com o Publicitário Vinicius Sette






Vinicius Sette é formado pela UNI-BH em publicidade e propaganda e pós-graduado em marketing na UNA Ciências Gerenciais.
No início da carreira, decidiu abrir uma agência de publicidade com uns amigos de turma apostando que iria dar certo, mas com o passar do tempo foi notando que era necessário bem mais que vontade de trabalhar, era essencial que houvesse investimento no mercado e isso eles não tinham a princípio.
A dificuldade de inserção no mercado de trabalho era imensa, vários estudantes se formavam e achavam que concluir o curso era suficiente e não se especializavam. Desta forma havia trabalho, mas não tinha mão de obra qualificada. Era a profissão do “momento” e com o avanço da tecnologia continuamos a ver a mesma imagem da dificuldade de atuar na área.
Atua a mais de 10 anos nas áreas de marketing e comunicação empresarial com ênfase em planejamento, gerenciamento de equipes de marketing, publicidade e brading; desenvolvimento de estratégias de marketing de relacionamento; segmentação de mercado; planejamento e execução de ações de marketing institucionais, comerciais e culturais; coordenação de assessoria de imprensa e outros.
Gerenciou o departamento de marketing do Poupa Ganha. Água de Cheiro, Elmo Calçados, Blue Life, Banco Intermedium e Faculdade Pitágoras. Fez parte da implementação do produto 21 de La Suerte em Costa Rica, América Central, em prol da Hogares Crea Internacional, atuando como Gerente de Marketing.
Atualmente exerce a função de Special projects na área de finanças da IVECO do grupo FIAT, tendo atuação, aprovação e acompanhamento dos projetos e despesas da área de marketing.


Alunas Camila Alzira e Joana D’arc

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O olhar sempre vence


Nós alunos da Faculdade Promove (07° período) fomos contemplados com uma excelente palestra sobre o “Olhar e Fotografia” ministrada por Rodrigo Bressane que é jornalista formado pela UNI-BH (conclusão em 1997), mas nunca exerceu efetivamente sua formação acadêmica. No ano de 1999 ele se apaixonou por desing gráfico, no ano seguinte ele abriu seu estúdio web. Bressane confessa que seu maior hobby é a fotografia que se tornou sua profissão a partir de 2002.
Ele inicia ressaltando a importância da “influência ou contribuição” da ferramenta Adobe Photoshop que é responsável na “melhoria” de fotos. Bressane comenta que em 2006 a empresa Dove, produziu uma campanha publicitária “Campanha da Real Beleza” contra esta ferramenta, alegando ser, a favor da beleza natural. O palestrante chegou a criar um vídeo (retouching) que demonstrava a necessidade de usar o Adobe Photoshop. Foi através deste vídeo que ele pode conhecer a força do marketing viral. Segundo Bressane após postar seu vídeo no youtube que teve mais de 1.700.000 acessos, ele recebeu mais de 2.600 cotações de tratamento de imagens de vários países.
Bressane deixa claro que sua interferência nas imagens só é devida ao briefing de cada cliente, ou seja, ele somente altera as imagens segundo o que o cliente deseja transmitir ao público. Ainda segundo Bressane, uma maneira inovadora em seu trabalho é chamada de Revolução Row, que trata de todo o processo fotográfico, desde o primeiro clique até os retoques finais. Ele termina acrescentando que o “olhar vence sempre”.
Os projetos de Rodrigo Bressane que se destacam são: Vide Bula, Tatuagens, Jota Quest, Sardentos, Projetos Normandia, O olhar sempre vence. Dentre estes citados estão englobados projetos pessoais e profissionais.
 








 Quer saber Mais Sobre Rodrigo Bressane Acesse entao:
Twitter: twitter.com / Bressane
Facebook: facebook.com / rbressane
Blog: bressane.com / blog


Realização: Alzira Camila e Joana D'Arc